sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

CAÇA AOS GÂNGSTERES



                                    Caça aos Gângsteres
Nem mesmo o elenco de grandes nomes consegue salvar este longa de uma espécie de obviedade crescente, que culmina num desfecho tão evidente e previsível quanto foi seu desenvolvimento. Há em Caça aos Gângsteres um vilão patente, Mickey Cohen, um tipo violento e irascível interpretado por Sean Penn. Ele é alvo do sargento John O’Mara (Josh Brolin), estereótipo do policial durão escalado pelo chefe de polícia Parker (Nick Nolte) para reunir um esquadrão de elite e confrontar o poderoso gângster.

E os tipos seguem, rasos, reunindo traços básicos de caráter e alguma habilidade especial: um é bom com tecnologia (e usa óculos, claro), outro é uma espécie de Billy, The Kid com um revólver na mão. Há também o cínico individualista (Ryan Gosling), que nega se envolver na briga a princípio, mas muda de ideia por um motivo pessoal que nos revela seu coração de ouro. Não há nada mais profundo sobre esses personagens, nada que os transformem em pessoas de carne e osso. São caricaturas a enfrentar outra grande caricatura: o vilão vivido por Penn.

Em Caça aos Gângsteres está tudo muito claro: não duvidamos um momento sequer da boa intenção dos heróis tampouco do mau-caratismo atávico dos vilões. Quando o esquadrão é finalmente reunido, o longa recaí em outro desacerto: tentar ser engraçado. Na primeira investida do grupo contra os negócios escusos de Cohen, algo dá errado e, de uma hora para outra, o roteirista Will Beall acredita tratar-se de um bom momento para se inserir humor na trama. Não funciona, mesmo porque o filme, até então, estava sendo levado em outra toada.

O que segue são intensas cenas de perseguição e tiroteio, muito uso de câmera lenta e uma inaudita habilidade dos bons em desviar das rajadas de metralhadora dos maus - excessivamente ruins de pontaria aqui. Baseado na história real do gângster Mickey Cohen, que nasceu no Brooklyn e almejou ser o todo-poderoso de Los Angeles, o longa passa ao largo da realidade, até mesmo na composição de Cohen, que com sua maquiagem carregada e maneirismos mais parace um vilão de Dick Tracy

Apesar da recriação visual atraente da Los Angeles da década de 40 no melhor estilo noir, com contraste entre luz e sombra característico do gênero, algumas vezes Caça aos Gângsteres faz escolhas estilísticas duvidosas e abusa de efeitos de congelamento de quadro e slow motion, levando as técnicas a chamarem mais atenção do que o filme, principalmente quando usadas em cenas desimportantes e sem absoluta necessidade.

Tecnologia de ponta e bons atores – com exceção de Emma Stone, sempre aquém – não conseguem fazer de Caça aos Gângsteres um bom filme. O diretor Ruben Fleischer (do ótimo Zumbilândia) fez seu longa transitar sem rumo entre o real e a caricatura. A sensação ao subir dos créditos é de termos viso uma paródia de filme noir, algo muito distante das boas e inesquecíveis produções que marcaram o gênero. 

Novas imagens e capa de revista de Superman: O Homem de Aço

Confira abaixo, as novas imagens de Superman - O Homem de Aço e uma capa da revista Empire, ilustrada pelo super-herói. O filme tem direção de Zack Snyder (300 e Watchmen - O Filme):

Superman - O Homem de Aço

Superman - O Homem de Aço

Superman - O Homem de Aço

Superman - O Homem de Aço


O filme também tem no elenco a três vezes indicada ao Oscar® Amy Adams (O Vencedor) como a jornalista do Planeta Diário Lois Lane, e o nomeado ao Oscar® Laurence Fishburne (Tina) como seu editor-chefe, Perry White. Interpretando os pais adotivos de Clark Kent, Martha e Jonathan Kent, estão a indicada ao Oscar® Diane Lane (Infidelidade) e o vencedor do Oscar® Kevin Costner (Dança com Lobos).

Desafiando o super-herói estão outros dois sobreviventes Kryptonianos, o malévolo General Zod, interpretado pelo indicado ao Oscar® Michael Shannon (Foi Apenas um Sonho), e Faora, a maldosa parceira de Zod, interpretada por Antje Traue. Também nativos do planeta Krypton estão Lara Lor-Van, mãe do Superman, interpretada por Julia Ormond, e Jor-El, pai do herói, retratado pelo vencedor do Oscar® Russell Crowe (Gladiador).

Completando o elenco estão Harry Lennix como o militar americano General Swanwick, bem como Christopher Meloni como Coronel Hardy e Richard Schiff no papel de Dr. Emil Hamilton.

O Homem de Aço está sendo produzido por Charles Roven, Christopher Nolan, Emma Thomas e Deborah Snyder. O roteiro foi escrito por David S. Goyer, a partir de uma história de Goyer e Nolan, baseado no personagem dos quadrinhos publicados pela DC Comics. Superman foi criado por Jerry Siegel e Joe Shuster. Thomas Tull, Lloyd Phillips e Jon Peters são os produtores executivos.

A equipe de Zack Snyder nos bastidores inclui o diretor de fotografia Amir Mokri (Transformers 3: O Lado Oculto da Lua); o designer de produção Alex McDowell (Watchmen -- O Filme); o editor David Brenner (Piratas do Caribe 4: Navegando em Águas Misteriosas); o figurinista várias vezes vencedor do Oscar® James Acheson (O Outro Lado da Nobreza e os filmes Homem-Aranha) e o figurinista Michael Wilkinson (A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1 e Parte 2, Watchmen -- O Filme e 300).

Superman - O Homem de Aço tem lançamento previsto para 14 junho de 2013 e será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures, uma empresa do grupo Warner Bros. Entertainment.

INATIVIDADE PARANORMAL



                                    Inatividade Paranormal

O pôster desta comédia exibe em lugar de destaque a seguinte inscrição: “Do mesmo produtor de As Branquelas e Todo Mundo em Pânico”. Impossível não se perguntar: Isso é uma propaganda ou alerta? Passados alguns minutos de projeção descobrimos ser de fato um aviso, semelhante aos que lemos em bulas de remédio chamando nossa atenção para as contraindicações e efeitos colaterais da droga.

A ideia aqui é parodiar a franquia de terror Atividade Paranormal. Porém, quem espera uma sátira divertida e inteligente, pode esquecer. E não é por falta de aviso, afinal, lembre-se o que diz o pôster do filme. Como esperado, o longa fica só na tentativa dada a concentração inimaginável de piadas sem graça e/ou de mau gosto.

Num dos piores momentos entre as muitas infelizes sequências do filme, o comediante Marlon Wayans simula estar fazendo sexo com bichinhos de pelúcias. Provavelmente uma das piores cenas do cinema nas últimas décadas. O vácuo estabelecido pela falta de humor genuinamente engraçado é, como de hábito, ocupado por muita escatologia. Na ausência de gags bem pensadas, puns e cocô são a solução encontrada.

Sem história, roteiro ou ao menos boas piadas, o arremedo de comédia segue irritando em vez de fazer rir. Achando insuficiente a infâmia da cena mencionada acima, os realizadores resolvem se superar ao mostrar Wayans de bunda pra cima sendo currado por um fantasma.

A premissa de Inatividade Paranormal tinha potencial: buscar humor em cima da famigerada série de filmes de terror adolescente. São nítidas as muitas possibilidades para o riso que um roteiro capenga desperdiçou.

Caso resolva encarar, não esqueça do aviso no pôster. Agora é com você.

Twitter: Ashton Kutcher divulga foto meio-a-meio com Steve Jobs

Jobs, a cinebiografia de Steve Jobs (1955-2012) que Ashton Kutcher protagoniza, chegará aos cinemas norte-americanos em abril. No Brasil, ainda não há previsão de estreia.
Ontem (31 de janeior), Kutcher utilizou o Twitter para divulgar uma imagem na qual ele põe o seu rosto junto ao do cofundador da Apple. Meio-a-meio. Confira abaixo:
              
O filme mostrará a carreira de Jobs desde a juventude até a transformação em um dos maiores nomes da tecnologia. O longa é dirigido por Joshua Michael Stern, baseado em um roteiro de Matt Whiteley.
Além deste, outro projeto sobre Steve Jobs está sendo produzido. O longa, que está sendo desenvolvido pela Sony Pictures, será baseado na biografia escrita por Walter Isaacson, de 2011.

OS MISERÁVEIS



                                      Os Miseráveis
“Como poderia saber que havia tanta esperança em minha alma?”, diz Jean Valjean enquanto a pequena Cosette dorme em seus braços embalada pelo andar da carruagem. Filha da prostituta Fantine, a menina une diversas vidas marcadas pela crueldade da lei e do destino, pelo amor incondicional e pelo perdão no longa Os Miseráveis.

O olhar do diretor Tom Hooper (O Discurso do Rei) sob a obra de Victor Hugo - levada ao cinema e à Broadway diversas vezes - consagra Hugh Jackman (X-Men) na pele de Valjean, preso e condenado ao trabalho escravo por roubar um pão. Quando ganha a liberdade, comete outro crime que poderia lhe custar a vida. Mas, diante da inesperada bondade de um padre, passa a construir uma nova história.

Jackman rende-se inteiramente às emoções do personagem. Tratando-se de um musical - gênero complexo para transmitir naturalidade -, pode-se dizer que o filme é um marco em sua carreira. Ele e o restante do elenco utilizaram pontos eletrônicos pelos quais ouviam uma pianista tocar ao vivo a canção a ser interpretada, sem playback. Uma novidade muito bem-vinda para esse estilo cinematográfico, possibilitando maior liberdade de atuação.

Nessa nova história escrita por Valjean, aparece Fantine, uma das funcionárias de sua tecelagem. Se não estivesse ocupado mais uma vez tentando despistar o inspetor Javert (Russell Crowe), que passa a vida a persegui-lo desde sua época como escravo, poderia ter feito o destino da jovem ser diferente intervindo em um momento decisivo.  

Anne Hathaway
 (O Diabo Veste Prada) emociona ao cantar a fragilidade de uma mãe relegada ao inferno. Para enviar dinheiro à filha, Fantine vende seu cabelo, seus dentes, seu corpo... A transformação da atriz impressiona: magra e de cabelos raspados, transmite o desespero de quem se encontra à beira do abismo. Em alguns momento, deixa-se levar por um certo exagero nas expressões, algo que Jackman soube dosar melhor. Mas nada que comprometa a personagem. Aliás, seu retorno surpreendente gera uma das sequências mais emocionantes do filme. 

Valjean promete resgatar e cuidar de sua filha, sob a guarda do casal interpretado por Helena Bonham Carter (Alice no País das Maravilhas) e Sacha Baron Cohen (O Ditador). Os atores dão vida a tipos caricatos e excêntricos, donos de uma adega e de um humor negro inebriante. As cenas passadas dentro do comércio de bebidas renovam o ar e o ritmo do musical. 

Ao ter Cosette ao seu lado, Valjean encontra sentido para viver e superar o ódio recebido do mundo. Porém, quando a pequena torna-se adolescente, essa relação parece ameaçada. Novamente, uma redenção quase divina emerge do personagem, que ajuda Marius (Eddie Redmayne) a ficar ao lado da pupila. Amanda Seyfried (A Garota da Capa Vermelha) encarna a jovem de maneira primorosa, no tom exato do drama. Vale destacar a atuação deIsabelle Allen, que vive Cosette na infância, e de outro ator mirim, o pequeno Gavroche (Daniel Huttlestone).

O filme ganha pontos pela reconstituição de época, fotografia marcante e batalhas épicas entre estudantes e policiais na França do século 19. Porém, cortes muito rápidos tornam algumas sequências vertiginosas demais. E contar tamanha história em pouco mais de duas horas deixa uma sensação apressada no ar. Vários eventos poderiam ganhar maior destaque, mas permanecem na superfície.

Apesar disso, Os Miseráveis entra para a lista de musicais marcantes do cinema. Seja pela escolha do elenco, dos detalhes da produção ou da história em si, o dilema proposto por Victor Hugo entre prezar pelo próprio bem ou lutar pelo bem de todos permanece incrivelmente atual nesta ótima releitura. 

Caça aos Gângsteres: conheça mais sobre o verdadeiro Mickey Cohen

A Warner Bros. Pictures apresenta Caça aos Gângsteres, filme que conta a história do gângster Mickey Cohen, que assombrou Los Angeles no fim dos anos 1940 e começo da década de 1950, e dos heróis que decidiram enfrentá-lo. No longa, que estreia hoje (1º de fevereiro) nos cinemas brasileiros, Cohen é interpretado pelo vencedor do Oscar® Sean Penn.

"Sean deu vida a um homem que na realidade tinha um ego enorme e era muito interessante. Cohen tinha seus próprios publicitários, aparecia na revista Life Magazine, era dono de uma loja de roupas, nunca usava o mesmo terno mais de uma vez e sempre estava com uma mulher bonita nos braços. A interpretação que Sean fez do homem é fascinante. No auge dos filmes sobre gângsteres, os personagens eram sempre tão sedutores, e acho que Sean tem essa mesma habilidade para nos deixar fascinados", relata o produtor do longa, Kevin McCormick.

Em 1949, o verdadeiro Mickey Cohen era um dos homens mais poderosos de Los Angeles, com políticos e pessoas influentes sob suas ordens. Antes disso, durante sua juventude, foi um boxeador profissional sempre com sede de sucesso. Segundo a atriz e escritora Tere Tereba, autora do livro “Mickey Cohen: The Life and Crimes of L.A.’s Notorious Mobster”, Cohen nunca gostou de álcool e jamais fumou ou usou drogas, seus únicos vícios eram o dinheiro e o poder.

Outra característica de Cohen sempre foi a extravagância. “Na vida real, Cohen era um homem exagerado. Ele era um gângster, mas um gângster de Hollywood. Ele era engraçado, adorava falar com os jornalistas e, em público, queria entreter as pessoas, como se fosse uma das estrelas de cinema que sempre tentava galantear. É claro que, em sua vida privada, ele fazia coisas obscuras e malignas”, conta o produtor de Caça aos Gângsteres, Dan Lin.

                      Mickey Cohen

Dirigido por Ruben Fleischer (Zumbilândia), Caça aos Gângsteres tem no elenco o vencedor do Oscar® Sean Penn (Milk – A Voz da IgualdadeSobre Meninos e Lobos), os indicados ao Oscar® Josh Brolin (Bravura Indômita), Nick Nolte (Guerreiro) e Ryan Gosling (Namorados para Sempre), e Emma Stone (Amor a Toda Prova).
Los Angeles, 1949. Impiedoso, o rei do crime Mickey Cohen (Sean Penn), nascido no Brooklyn, comanda a cidade recebendo os lucros desonestos das drogas, armas e prostituição e, se tudo ocorrer conforme ele deseja, de todas as apostas feitas a oeste de Chicago. E faz tudo isso não apenas com a proteção de seus capangas, mas também de policiais e políticos sob o seu controle. É o suficiente para intimidar até mesmo o mais corajoso e durão dos tiras... a não ser que ele faça parte da pequena equipe secreta de policiais alheia ao Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD, na sigla em inglês), liderada pelos sargentos John O'Mara (Josh Brolin) e Jerry Wooters (Ryan Gosling), que se unem para tentar acabar com Cohen.
Caça aos Gângsteres é uma releitura dos eventos envolvendo os esforços da polícia de Los Angeles para livrar a nova cidade do comando de um dos chefões da máfia mais perigosos de todos os tempos. O roteiro é de Will Beall (da série de TV Castle) e foi baseado na série de artigos de Paul Lieberman intitulada Tales From the Gangster Squad. A produção é de Dan Lin (Sherlock Holmes), Kevin McCormick (Um Homem de Sorte) e Michael Tadross (Arthur - O Milionário Irresistível).

Exibido nas versões dublada e legendada, Caça aos Gângsteres estreia em 1º de fevereiro no Brasil e será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures, uma empresa do grupo Warner Bros. Entertainment e, em alguns territórios, pela Village Roadshow Pictures.
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Dakota Fanning grava sua primeira cena de nudez aos 18 anos

                       Dakota Fanning
Dakota Fanning (Guerra dos Mundos) fez 18 anos em 24 de fevereiro de 2012 e nem resolveu esperar para fazer sua primeira cena de sexo no filme Very Good Girls.

Na verdade, ela assinou contrato para ficar nua um mês antes de seu aniversário de 18 anos. Só que o filme acabou demorando vários meses para ser filmado, o que fez com que ela já tivesse 18 anos quando gravou sua cena de sexo e nudez.

MTV falou com a atriz sobre como foi sua primeira vez diante das câmeras. "Eu nunca tinha feito isso antes e apenas recentemente tive permissão para isso", disse ela. "Eu tinha acabado de fazer 18, por isso é uma coisa meio sensível, mas é parte da vida.". Nunca é demais lembrar que Dakota Fanning já usou toda sua sensualidade ao lado de Kristen Stewart em The Runaways.

O filme é co-estrelado por Elizabeth Olsen e mostra a amizade de duas meninas de Nova York que fazem um pacto para perderem a virgindade em seu primeiro verão após o fim da escola. Recentemente, o longa estreou no Festival de Cinema de Sundance.