sexta-feira, 17 de agosto de 2012

10+VISTOS


Jogos Vorazes imita Crepúsculo e fim da franquia vai ganhar dois filmes

Saga vai mostrar seu fim nas telonas com dois filmes inéditos em 2014 e 2015.

                                jogos vorazes

Sempre que uma franquia começa a dar certo nas telonas, os estúdios decidem dividir os capítulos finais das sagas em dois ou mais filmes.

Mesmo não sendo o livro mais longo escrito por J. K Rowling, Harry Potter e As Relíquias da Morte acabou se transformando em dois filmes, tudo para aproveitar o sucesso da franquia e multiplicar o potencial das bilheterias. O mesmo aconteceu com a saga Crepúsculo, e agora é a vez de Jogos Vorazes.

Já foi confirmado pelos estúdios que o final da franquia será dividido em duas partes. A Lionsgate também aproveitou para divulgar os títulos dos longas: The Hunger Games: Mockingjay - Part 1 e The Hunger Games: Mockingjay - Part 2. O primeiro estreia no dia 21 de novembro de 2014, e o segundo em 20 de novembro de 2015.

Saiu a empolgante sinopse oficial de Guardiões da Galáxia

                            

Você conhece os Guardiões da Galáxia? O grupo de super-heróis que virará filme, mais um da Marvel, teve a sua sinopse oficial divulgada. Confira-a abaixo:

"Um piloto dos EUA acaba indo parar no espaço, bem no meio de um conflito universal. Para piorar sua situação, ele foge com um grupo futurista de ex-condenados que possui algo que todos os outros habitantes da galáxia querem".

Guardiões da Galáxia é um grupo futurista de super-heróis que protegem a galáxia de todo perigo.

A estreia deverá acontecer em 2014.

Novidades!

                                 

John Goodman será o vilão de 'Se Beber, não Case! 3'!

O lutador Mike Tyson também confirmou que retorna para uma participação especial.
Ele foi visto brevemente no primeiro filme.

Penélope Cruz se veste de Super Mário Bros em vídeo da Nintendo

                                          

A belíssima Penélope Cruz (Volver) parece não ter medo mesmo de encarar um personagem. A sua façanha da vez foi vestir o macacão azul, o chapéu vermelho e até mesmo o bigode para viver o mais famoso personagem da Nintendo em comercial de lançamento do Nintendo 3DS XL: Super Mário Bros.

O portátil da marca sofreu um pouco após ser lançado, mas depois acabou decolando em vendas, principalmente no Japão. Por lá, ele já alcançou a marca de 6 milhões vendidos.

Confira o vídeo abaixo. Nas imagens e no fundo da foto, dando gargalhadas, temos a também lindíssima irmã dela, Mónica Cruz.


Divulgação

Confira quatro novas fotos de Resident Evil: Retribuição 3D

Quatro novas fotos de Resident Evil: Retribuição 3D foram divulgadas, onde aparecem Sienna Guillory como Jill Valentine, Li Bingbing como Ada Wong, Michelle Rodriguez como Rain Ocampo e Oded Fehr como Carlos Olivera.

Resident Evil: Retribuição

Resident Evil: Retribuição

Resident Evil: Retribuição

Resident Evil: Retribuição


"O mortal T-Vírus da Umbrella Corporation continua assolando a Terra, transformando a população global em legiões de mortos-vivos sedentos por carne. A última e única esperança da raça humana, Alice (Milla Jovovich) acorda dentro da instalação da Umbrella e descobre mais sobre o seu passado, a cada passo dentro do complexo. Sem um porto seguro, Alice continua a caçar os responsáveis pela epidemia - uma perseguição que a leva de Tóquio para Nova York, Washington e Mouscou, culminando em uma revelação alucinante que irá forçá-la a repensar tudo o que ela acreditava ser verdade. Ajudada por novos e velhos aliados, Alice precisa lutar para sobreviver o tempo suficiente, até que consiga escapar de um mundo hostil à beira do esquecimento."

O longa é estrelado por Milla Jovovich (Visões De Um Crime), Sienna Guillory (Resident Evil 4 - Recomeço), Colin Salmon (Stalker), Michelle Rodriguez (Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles), Shawn Roberts (Resident Evil 4 - Recomeço), Boris Kodjoe (Resident Evil 4 - Recomeço), Johann Urb (Pronta Para Amar), Oded Fehr (Resident Evil 3 - A Extinção), Kevin Durand (Eu Sou o Número Quatro) e Li Bingbing (Flor da Neve e o Leque Secreto).

O filme, escrito e dirigido por Paul W. S. Anderson, tem estreia programada para 14 de Setembro de 2012.

360

                                             360

No cinema vemos a realidade forjada, sintetizada em alguns minutos de filme. Não a vida como ela é. A realidade cotidiana, assim como a vivemos, não faria sucesso. Mesmo quando vemos um filme baseado ou inspirado em fatos reais, estamos diante de uma obra de ficção, que subverte o tempo e os acontecimentos. Acho que é isso, afinal, que chamamos de magia do cinema. Se essa realidade é feliz e edificante, a sonhamos pra gente. Se terrível e atordoante, estaremos livres dela ao subir dos créditos.

360 se propõe a ser uma compilação de fragmentos de vida real, tão desconectados aparentemente que já começa por desafiar uma regra básica do cinema, pelo menos do cinema feito para entreter o público: não há identificação suficiente com nenhum dos personagens. Não sentimos suas dores, não experimentamos suas angustias, inquietações e não torcemos por nenhum deles. Mas isso, aqui, não é falha, é intenção.

Somos levados adiante um tanto indiferentes sobre o que o futuro reservará a seus personagens. O fio condutor da trama é o acaso e a ideia é mostrar como qualquer decisão banal que tomamos pode mudar nosso futuro e o de pessoas a milhares de quilômetros de nós. Um mote interessante, mas de execução arriscada. Não à toa o filme apanhou de boa parte da crítica internacional em sua estreia mundial no Festival de Toronto e teve recepção fria do público nos Estados Unidos.

360 tem roteiro de Peter Morgan, indicado ao Oscar por A Rainha (2006) e Frost/Nixon (2008). Segundo Meirelles, é um filme mais de Morgan do que dele. O diretor brasileiro revelou em entrevista que Morgan ficou arrasado com as críticas negativas. Reação estranha para quem quis correr riscos deliberadamente. Se fizesse um roteiro como o de 360 não esperaria nada diferente. Quem espera aplausos, segue o dó-ré-mi.

O script de Morgan desafina, não segue o manual. Tem um arremedo de arco dramático, de clímax, de reviravolta e, aparentemente, não chega a lugar nenhum. É irregular do começo ao fim. Nada mais impróprio para um filme, mas nada mais próximo da vida cotidiana que a produção almeja mostrar. 360 é ainda mais incômodo por insinuar que a casualidade, apenas ela, rege nossas vidas. Isso vai contra a ideia de planejamento, nossa visão de regentes de nossas próprias existências.

A produção trabalha com uma série de conexões aleatórias que jogam personagens uns ao encontro dos outros. Inicia mostrando uma mulher eslovaca que vai para Viena em busca de dinheiro e envolve-se com uma rede de prostituição. Um de seus prováveis clientes é um executivo inglês (Jude Law), infeliz no casamento e que desconhece o relacionamento extraconjugal da mulher (Rachel Weisz) com um fotógrafo brasileiro (Juliano Cazarré). Este é namorado de Laura (Maria Flor), que decide voltar para o Brasil após descobrir a traição do parceiro. Na viagem conhece duas pessoas que podem ou não mudar sua vida - e ela, mesmo sem saber, a deles. Essas e outras histórias entrelaçadas acabam retornando à prostituta eslava ao final, dando a volta de 360º que dá título ao filme.

Acho a obra intrigante, gosto da provocação explícita, do encadeamento de sua estrutura narrativa. Uma história em que a casualidade rege o destino de seus personagens, mas que não é conduzida ao acaso. Segue um caminho bem definido por seu roteiro e deixa clara a habilidade de Meirelles como diretor, afinal, tem de se ser hábil para manter a atenção do espectador quando o roteiro não cria expectativas e tensões o suficiente para isso.